Paciência, paciência...
O tempo vai, flutuando nas correntes de ar.
E todos vão, juntos.
Às vezes uma mão puxa a outra e depois solta.
Às vezes, as mãos nem ao menos se estendem umas às outras.
E em casos raros, as mãos se estendem, se encontram e se vão.
Paciência, paciência...
As ondas vão quebrando violentamente nos corpos cansados.
E todos caem, juntos.
E são levados pela indiferença, pela ignorância de achar que está tudo bem.
E são levados pela dor que nos leva também.
Divide a vida, divide a alma e divide o coração.
Divide a alegria, divide a razão e divide a opinião.
E haja paciência para nos darmos as mãos, os braços, os olhos, os ouvidos...
E haja paciência para mantermos os pés no chão e pularmos as ondas...
E haja paciência para juntarmos todos os cacos de vida escangalhados...
Mas antes, haja amor para aceitar os traços do desenho imperfeitamente perfeito.
E aprovar os dedos que o fizeram.
Houve.
Eu.
Seguro a tua mão.
Te levo comigo.
Até o fim.
O tempo vai, flutuando nas correntes de ar.
E todos vão, juntos.
Às vezes uma mão puxa a outra e depois solta.
Às vezes, as mãos nem ao menos se estendem umas às outras.
E em casos raros, as mãos se estendem, se encontram e se vão.
Paciência, paciência...
As ondas vão quebrando violentamente nos corpos cansados.
E todos caem, juntos.
E são levados pela indiferença, pela ignorância de achar que está tudo bem.
E são levados pela dor que nos leva também.
Divide a vida, divide a alma e divide o coração.
Divide a alegria, divide a razão e divide a opinião.
E haja paciência para nos darmos as mãos, os braços, os olhos, os ouvidos...
E haja paciência para mantermos os pés no chão e pularmos as ondas...
E haja paciência para juntarmos todos os cacos de vida escangalhados...
Mas antes, haja amor para aceitar os traços do desenho imperfeitamente perfeito.
E aprovar os dedos que o fizeram.
Houve.
Eu.
Seguro a tua mão.
Te levo comigo.
Até o fim.
